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Analise da banda larga brasileira

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Analise da banda larga brasileira
23/02/2006 12:02:00
No Brasil, a banda larga é lenta, os serviços são caros e de má qualidade.
É difícil encontrar algum usuário, seja corporativo ou residencial, que não tenha inúmeras queixas quanto aos serviços contratados. "O assinante nunca tem como provar que a conexão está lenta E o problema é sempre do cabo, do modem, do computador ou até mesmo do site que ele está acessando", diz Horacio Belfort, presidente da Abusar - Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido, que recebe cerca de 700 reclamações por dia contra as operadoras de Banda Larga.
Uma das mensagens enviadas para a entidade, por exemplo, era de uma assinante paulistana de serviço de ADSL que ligou para a central de atendimento para questionar a cobrança de 10 centavos o megabyte adicional, em vigor desde 31 de janeiro. Para evitar futuras dores de cabeça, a assinante solicitou o upgrade no plano contratado, mas a resposta que ouviu foi que a "central local não suportava velocidades maiores do que as já oferecidas". Ou seja, por causa da limitação da própria operadora, a assinante seria obrigada a pagar pelo consumo excedente.
Num outro caso, num cliente corporativo, problemas na conexão no inicio deste ano impossibilitaram o acesso a Internet por dois dias. A causa? A primeira alegação foi "congestionamento na rede interna" (isso as oito da manhã, quando a maioria dos funcionários da empresa nem haviam chegado); depois, que os cabos da tua haviam sido roubados; e por fim que faltava sincronização no modem. Até o problema fosse produtivamente resolvido, muitos trabalhos ficaram parados ou tiveram sua produtividade prejudicada.
Alem dos problemas técnicos, a falta de comunicação entre o assinante e o suporte da operadora é critica. Trata-se de uma tarefa desgastante, que pode se arrastar por horas ou dias, muitas vezes sem solução. De um lado, o usuário, que geralmente é leigo, precisa decifrar termos como velocidade nominal, latência, Mb adicional, e de outro, os atendentes que não são capazes de explicar os detalhes de cada serviço ou de resolver problemas simples.
No Brasil, as velocidades estão bem abaixo do padrão internacional. Aqui as taxas comuns são de 300 ou 500 kbit/s. Nos EUA, Europa, Japão e Coréia do Sul a banda larga costuma ter no mínimo 2 Mbit/s (2000 kbit/s), a preços bem acessíveis. No Japão, a Yahoo!Broadband, maior empresa de banda larga no país, cobra US$ 38 mensais por um acesso de 50 Mbits/s (50000 kbits/s). No Brasil, um acesso de 1 Mbit/s (1000 kbits/s) custa cerca de US$ 90, incluindo o provedor.
Mesmo assim, no ano passado, o número de internautas que usam banda larga no Brasil superou o das pessoas que usam conexão discada. Alem disso segundo números do Ibope/NetRatings, o brasileiro é o povo que mais tempo fica on-line no mundo. São quase 17 horas mensais, contra 15h40 dos franceses, os campeões da Europa.
De acordo com o instituto de pesquisas IDC Brasil, há cerca de 3 milhões de usuários residenciais de banda larga no país. Em 2009 serão quase 10 milhões. Ou seja, há uma grande demanda, que poderia ser rápida e satisfatoriamente atendida, bastando melhorar a qualidade dos serviços e reduzir os preços.


Fonte: Revista RTI, Ano VI Nº 69 - Editoral (Sandra Mogami - Editora)




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